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Sandra Yoshie

@sandrayoshie

Entre livros e asas.

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"no fundo, minha mãe era uma flor que sangrou por ser idealista por isso se fechou em aço se abria apenas quando o Sono era quem comandava o seu espírito" (Aline Bei. Pequena coreografia do adeus)

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"não importa, todas as situações que vivemos têm seu peso e sua sombra, ainda que sejam magníficas" (Aline Bei. Pequena coreografia do adeus)

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"esse carrossel que é a Vida, com os seus cavalos congelados em poses ternas, girando e girando no mesmo lugar quando saímos, por fim, da roda: onde é que está o mundo que a gente conhecia? ainda que ele esteja exatamente no mesmo lugar" (Aline Bei. Pequena coreografia do adeus)

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"sabíamos que a vida ainda que fosse a nossa maior ruína era também a nossa única salvação" (Aline Bei. Pequena coreografia do adeus)

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"vejo as pessoas caminhando às pressas (...). É a hora em que o mundo desperta e todas as suas engrenagens se põem a girar. Também estou em movimento, como uma dessas engrenagens. Sou uma peça no mecanismo do mundo, rodando dentro da manhã." (Sayaka Murata. Querida Konbini)

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"Mas, por outro lado, eu não conseguia imaginar um mundo que funcionasse à perfeição. Para começo de conversa, eu tinha cada vez mais dúvidas sobre o que constituía o mundo. Chegava a desconfiar de que ele fosse fictício." (Sayaka Murata. Querida konbini)

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"A poesia fugiu do mundo. O amor fugiu do mundo — Restam somente os homens, Pequeninos, apressados, egoístas e inúteis. Resta a vida que é preciso viver. Resta a volúpia que é preciso matar. Resta a necessidade de poesia, que é preciso contentar." (Augusto Frederico Schmidt)

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"Acordar, ser na manhã de abril a brancura desta cerejeira; arder das folhas à raiz, dar versos ou florir desta maneira. Abrir os braços, acolher nos ramos o vento, a luz, ou o quer que seja; sentir o tempo, fibra a fibra, a tecer o coração duma cereja." (Eugénio de Andrade)

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"Que posso eu fazer senão escutar o coração inseguro dos pássaros, encostar a face ao rosto lunar dos bêbados e perguntar o que aconteceu." (Eugénio de Andrade)

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"Exaltemos as lágrimas. Na pele das veias, bom dia, águas. Gratidão ao rosto, às cores, ao sulco nos olhos." (Eugénio de Andrade)

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"A essência das coisas, essa verdade oculta na mentira, é de natureza poética e não científica." (Eugénio de Andrade)

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"Borboletas me convidaram a elas. O privilégio insetal de ser uma borboleta me atraiu. Por certo eu iria ter uma visão diferente dos homens e das coisas. Eu imaginava que o mundo visto de uma borboleta seria, com certeza, um mundo livre aos poemas." (Manoel de Barros)

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"Poderia narrar muitas coisas ainda que pude ver do ponto de vista de uma borboleta. Ali até o meu fascínio era azul." (Manoel de Barros)

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“O vento apaga as pegadas das gaivotas. As chuvas apagam as pegadas dos passos humanos. O sol apaga as pegadas do tempo. Os contadores de história procuram as pegadas da memória perdida, do amor e da dor, que não são vistas, mas que não se apagam.” (Eduardo Galeano)