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sasa

@midnight13rare

ID: 1844859218215723008

calendar_today11-10-2024 21:54:59

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João Avanci ★ (@avanci83) 's Twitter Profile Photo

Sabíamos que depois do que Israel e os EUA fizeram em Gaza, com transmissão ao vivo para o mundo, qualquer país estaria sujeito ao mesmo. Ao atacar a Venezuela, Trump deixa claro que todos os países da América Latina são alvos em potencial. Toda solidariedade ao povo venezuelano.

Matheus (@mtlvrg) 's Twitter Profile Photo

Gente deixem de ser BURROS ngm tá defendendo maduro… é um país LATINO que está sendo literalmente INVADIDO, ATACADO e tendo o presidente SEQUESTRADO pqpppp isso não devia acontecer de jeito NENHUM, sendo o presidente de direita, de centro, de esquerda, de cima, de baixo, de lado

Joy 🐇🌷🦦 (@srtaincognita) 's Twitter Profile Photo

Hoje é a Venezuela pelo petróleo, amanhã pode ser o Brasil pela Amazônia e pelos minerais raros. Nenhum país da América Latina está seguro a partir de hoje.

yse ⁷ (@http_yse) 's Twitter Profile Photo

se vcs não estão preocupados com o que os EUA estão fazendo na venezuela pois comecem a ficar pq o brasil é o segundo país com maior reserva de terras raras do mundo hoje é a venezuela, amanhã podemos ser nós

lee five (@jnkamortage) 's Twitter Profile Photo

“elas não são as “maiorais” da yg e o maior gg SEGUNDO os FÃS” duvido essa querida citar um gg que tenha tantos feitos quanto o blackpink atualmente, elas são o maior gg atualmente e isso é um fato

yasmim (@semipinks) 's Twitter Profile Photo

gente mas army não cansa de se meter em todos os assuntos relacionados ao BLACKPINK né pqp kkkkk e quando a gente acusa de serem as mais obcecadas do kpop ainda estamos erradas

UpdateCharts (@updatecharts) 's Twitter Profile Photo

ROSALÍA, Bad Bunny e BLACKPINK foram apontados como protagonistas da expansão da música não inglesa nos Estados Unidos atualmente, um movimento visto como uma virada na hegemonia cultural americana, segundo a Folha de S.Paulo.

ROSALÍA, Bad Bunny e BLACKPINK foram apontados como protagonistas da expansão da música não inglesa nos Estados Unidos atualmente, um movimento visto como uma virada na hegemonia cultural americana, segundo a Folha de S.Paulo.