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João Rabelo

@jprabelo

minha vida feita de palavras • (ele/dele)

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calendar_today06-09-2009 00:32:12

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escritores admiraram proust: gide, cocteau, beckett, benjamin, adorno, virginia woolf, greene, nabokov, drummond, barthes, deleuze, pinter, antonio candido

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« e era talvez em gotas d'água gigantes que eles mais faziam pensar, ou em lágrimas, meu amor, três gigantescas lágrimas de luz cintilantes que pendiam ali em suspensão no hall do hotel num pulverizar de lantejoulas e madrepérola » jean-philippe toussaint

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“carrego no fundo do meu peito um vazio devorador que somente o calor do seu corpo contra o meu é capaz de preencher”, escreveu andré gorz em “carta a d.”, uma declaração de amor a dorine, com quem dividiu a vida, a militância política e toda a sua trajetória intelectual

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“o escrevedor só se tornará um escritor”, anotou andré gorz, “quando a sua necessidade de escrever for sustentada por um tema que permita e exija que essa necessidade se organize num projeto”

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a abstração como modo de endereçamento; um dizer que dispensa a representação; linhas, manchas, planos e acumulações; fatos físicos em estado de imagem; situações concretas, não inteiramente legíveis; o sentido em estado instável; a duração antes da explicação

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obras como eventos no tempo e no espaço; tensões cromáticas e hesitações compositivas; pigmentos que escorrem, se condensam, resistem; superfícies entre a atração e a recusa; áreas de quietude; dinâmicas do encontro; “mais perto... mais... mais”; uma experiência que se desenrola

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“se pudesse desejar algo para mim”, escreveu kierkegaard, “não desejaria riqueza nem poder, mas a paixão da possibilidade; desejaria apenas um olho que, eternamente jovem, ardesse de desejo de ver a possibilidade”

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“por fim apareceu. aureolada pela luz amarela do único poste da rua, sua larga figura se perfilou em meio aos vapores [...] a névoa parecia ainda mais cerrada [...] bastou atravessar a rua, subir a calçada oposta, e logo tive a certeza de que havíamos apagado nossos rastros”

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literatura. era o que ele mais amava, a literatura, e foi sobre isso que falamos essencialmente nas, o quê?, cinco ou seis vezes em que jantamos juntos