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@anniegpoetry

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calendar_today11-10-2020 19:02:12

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Em algum canto se acha paz interior, como promessa, os pássaros recitam das copas altas e o vento corta o tempo depressa. Onde a vida se ouve em todo canto e tudo é encanto ao olhar atento, a alma se deita em pleno recanto e proíbe tristeza até em pensamento.

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Me fugiram todas as palavras se foram junto com aquele amor, sou agora poeta sem rima, sem nada se foram os motivos, o silêncio ficou. Quem poderá prever se ainda haverá, uma dor bem maior depois? Calo meu peito agora, basta essa Quero amar por um, não sofrer por dois

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Te prometi ficar, mas vou embora não fujo de ti, fujo de mim quando estou com você. Não cabe no peito do covarde qualquer vestígio de amor, ele foge que o amor dá coragem e o covarde só quer ser, covarde.

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Engasguei, me enjoei pulei sem ter asas, me afoguei, me desesperei não era água, eram lágrimas. Há uma guerra ditando meus dias desço por essas ruas correndo me encaro nos espelhos, nua Desafio a morte, estou vivendo.

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O céu está cinza, mas não chove, seguro as lágrimas por um triz, os temporais vieram ferozes bem aqui dentro de mim.

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São os mesmos caminhos, mas o que mudou fui eu. Das flores, só ganhei espinhos do amor só me restou o adeus. Já não quero saber das flores a beleza encanta, mas machuca não me darei a outros amores se minha alma só procura a cura.

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O fogo se alastrou até o mar os pássaros voam sobre as chamas. Se lembre como eram as árvores como eram as flores, como era a grama Nuvens pesadas sob um mundo cinza e não sobrou ninguém para ver casas, prédios, ruas em ruínas e o sol negro em um último entardecer.

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Talvez seja o destino esse nosso desencontro, por que te procuro por toda parte mas nunca te encontro. Talvez você seja o remédio que vai curar o meu ser, ou você pode ser a dor que vai me partir de vez.

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Era o fim e eu nem notei, só agora sinto o sabor da despedida no último beijo que me deu. Ficou o sentimento feio, a magoa remoida, a saudade mal contida do que era você e eu.

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As minhas infelicidades não me tornaram forte me tornaram terrivelmente infeliz, já me cansei de esperar o acaso o destino ou a sorte, intercederem por mim.

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eu colei os pedaços para você não ver, apaguei o rastro de cada lágrima que ameaçou descer. não vou dizer que passou não vou dizer que mudei, não há beleza na dor, mas eu me acostumei.

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Você tem o amor que eu preciso mesmo que eu acredite não merecer estou doente e você é o antidoto, para o meu excesso de sofrer.

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As crianças que não choram são as que não recebem amor Eu deveria ter chorado mais mesmo sem sentir dor Por que agora eu choro pela dor da falta de amor.

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Nos encontraremos lá na frente Uma outra vez Seremos felizes Uma outra vez Riremos juntos uma última vez. Até eu me lembrar Que quando eu chorei Não foi você que eu encontrei. Não foram em teus dedos que eu me aninhei, Não foi sob as tuas asas Que eu me curei.

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Estive no tempo errado A minha vida toda Longe demais dos caminhos De cada uma das pessoas Que eu mais amei na vida. Se o tempo é a lei que rege o mundo Por que me fez assim tão atrasado, Longe demais do futuro Perto demais do passado. Um completo estranho a deriva.

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Eu encarei os olhos da solidão as quatro da tarde de um domingo Espalhei memórias minhas pelo chão e mergulhei no meu próprio abismo. Meus demônios são minha companhia Eles ficaram quando o amor foi embora Que a morte venha mais gentil que vida e que sutilmemte me leve de volta.

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Atravessei oceanos de solidão Me perdi nos desertos da minha alma O tempo passa por minhas mãos Como uma sede desejando água. Desenhei rostos nas dunas de areia E eles foram a minha única companhia As noites duram uma vida inteira Quando você está sozinha.

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Talvez você preferisse que eu dissesse Que você foi o meu sol poente Laranja vivo desmanchando no horizonte Mas quem eu quero enganar Você foi minha noite, meu medo O céu negro, profundo, silencioso O caos, a urgência em encontrar.

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Não há como não haver dor, mas que a dor não seja o arpão Que aflige o peito, obscurece a alma Inunda, afoga, desconsola o coração. Que a dor seja a chuva por um dia inteiro O céu nublado de nuvens pesadas O temporal que parte a noite ao meio, mas pela manhã inevitavelmente acaba